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Em muitos lares, ainda persiste uma lógica ultrapassada: a mãe como principal responsável pelos cuidados e pelo bem-estar dos filhos, enquanto o pai "ajuda" quando pode. Esse modelo, além de injusto, sobrecarrega emocional, física e mentalmente as mulheres, e mina a parceria que deveria sustentar a família.
Parentalidade não é sobre papéis fixos, é sobre presença, envolvimento e responsabilidade dividida. Quando pai e mãe compartilham os cuidados de forma equitativa ? desde trocar fraldas e preparar refeições até participar das reuniões escolares e acalmar choros na madrugada ? eles enviam uma mensagem poderosa para os filhos: o amor é parceria, e o cuidado é de todos.
Dividir tarefas não significa apenas aliviar a carga de um dos lados, mas fortalecer o vínculo familiar. Filhos que crescem vendo ambos os pais cuidando sentem-se mais seguros, desenvolvem noções mais justas sobre igualdade e aprendem, pelo exemplo, o valor da colaboração.
É preciso abandonar a ideia de que um "ajuda" o outro. No cuidado com os filhos, não existe auxiliar: existem dois protagonistas igualmente responsáveis.
Quando a carga é bem distribuída, todos ganham: a mãe, que pode ter mais tempo para si; o pai, que constrói vínculos mais profundos; e, acima de tudo, os filhos, que crescem cercados por um cuidado que é inteiro e compartilhado.
Psicóloga CRP 07/26032 com Especialização em Terapia Sistêmico-Cognitivo de Famílias e Casais e em Sexualidade Humana. Tem como missão auxiliar pessoas e casais a descobrirem e se conectarem com sua forma de amar (monogâmica ou não). Hoje realiza sua missão através dos atendimentos clínicos online a casais e também através da capacitação Ser Terapeuta de Casal que educa e empodera psicólogas no atendimento com casais. Luta por um mundo em que a diversidade seja reconhecida para que todos possam receber atenção, acolhimento e atendimento qualificado. Idealizadora deste site de indicações e supervisora das/os psicólogas/os nele cadastradas/os.